“Ao viajar com o grupo pela Palestina, ao assistir aos seus espectáculos em pequenas aldeias, apercebi-me do poder da dança tradicional. Esta dança toca questões tão atuais como entidade, género e liberdade. O ato de dançar para estes jovens era na verdade um grito de liberdade. Uma forma de se libertarem das memórias duras da guerra”
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