Uma intervenção performativa inspirada nas ligações da água em Esposende, desde memórias de cheias até às formas contemporâneas de relação, adaptação e transformação dos ecossistemas hídricos em tempos de incerteza.
Este ritual contemporâneo propõe um espaço de imaginação e coexistência com a água, ativando o antigo farol da Bonança (Ofir) durante a lua cheia como elemento simbólico de luz, orientação e memória.
Um momento de encontro entre corpo, território e água, onde se cruzam memória, presença e futuro.
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