sobre o evento
Quixote e Pança, sonhadores de mundos
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Quixote e Pança, sonhadores de mundos
"Quixote e Pança, sonhadores de mundos"
A partir de Miguel de Cervantes e António José da Silva
Autor A partir de Miguel de Cervantes e António José da Silva
Dramaturgia, Encenação e Cenografia Paulo Calatré
Assistência de encenação e voz-off Patrícia Andrade
Interpretação Benedita Mendes, Eduardo Corono, Ellen Rodrigues e Miguel Brás
Figurinos Patrícia Costa
Adereços, cartaz e materiais gráficos Rafaela Schimitt
Desenho de luz e operação de luz William Alves
Criação sonora e operação de som João Nuno Henriques
Construção de elementos cénicos William Alves
Produção e comunicação Celina Gonçalves
Assistência de produção e comunicação Patrícia Morais
Vídeo promocional e fotografias de cena Ovelha Eléctrica
Direção artística do Teatro das Beiras Fernando Sena e Sónia Botelho
Duração aprox.: 45 min.
Classificação etária: Para maiores de 6 anos
Numa noite chuvosa e rasgada por trovões, quatro jovens encontram abrigo num teatro abandonado. O pó levanta-se como memória, o silêncio escuta-os. Os fantasmas murmuram. No centro do palco, um livro antigo espera Dom Quixote e o seu escudeiro Sancho Pança.
Abrem-no. E, sem saber como, caem lá dentro.
O que era papel transforma-se em vento, em cavalo, em gigantes. As palavras ganham corpo. As vozes multiplicam-se. Eles já não são apenas quatro são muitos mais, são outros, são personagens, são tudo aquilo que ousarem imaginar.
Tal como Dom Quixote e Sancho Pança, estes quatro jovens estão no palco, no lugar das histórias, no lugar onde o real se desfaz e o sonho começa. E talvez não haja diferença. Inventam mundos como quem acende luzes no escuro. Perdem-se para se encontrarem. Brincam à loucura ou será à liberdade? E uma pergunta fica suspensa no ar: quem é que decide o que é verdadeiro?
Lá fora, o mundo corre depressa. Ecrãs acesos, internet acelerada, tudo imediato, tudo já. O mistério encolhe. A imaginação adormece.
Mas aqui, neste palco, ela, a imaginação, resiste.
Respira. Cresce. E lembra-nos que imaginar pode ser o mais corajoso dos actos. Que a imaginação é a energia mais poderosa do mundo.
O Teatro das Beiras abre-te a porta.
Entra. Talvez, tal como D.Quixote, nunca mais vejas a realidade da mesma forma.
DIGRESSÃO:
ESTREIA - 14.abril.2026: Teatro das Beiras - Auditório Fernando Landeira (COVILHÃ)
15 a 18 e 20 a 23.abril.2026: Teatro das Beiras - Auditório Fernando Landeira (COVILHÃ)
15.maio.2026: Cine-Teatro João Verde (MONÇÃO)
17.maio.2026: Auditório Municipal (LOUSADA)
20.maio.2026: Teatro Lethes (FARO)
30.maio.2026: Teatro-Estúdio António Assunção (ALMADA)
ficha artística
- autor
- Miguel de CervantesAntónio José da Silva
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