MAAT Central
Antiga Central Tejo, central termoelétrica construída no início do século XX. Integra a exposição permanente A Fábrica da Eletricidade, a Coleção do Património Energético Fundação EDP, exposições temporárias e programas públicos.

Museu na frente ribeirinha de Belém dedicado à arte, à arquitetura e à tecnologia, reunindo a antiga Central Tejo, o edifício contemporâneo MAAT Gallery e o MAAT Garden.
em destaque · 14/08/2026MUSEUO MAAT — Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia situa-se em Belém, junto ao Tejo, e integra três componentes permanentes: a MAAT Central, instalada na antiga central termoelétrica; a MAAT Gallery, edifício contemporâneo projetado pelo atelier AL_A; e o MAAT Garden, espaço exterior ribeirinho de livre acesso. A programação combina exposições temporárias, programas públicos e educativos, esculturas exteriores e a exposição permanente A Fábrica da Eletricidade na Central. O museu é operado pela Fundação EDP e dispõe de bilheteira, lojas no MAAT Gallery e no MAAT Central, café/restaurante e serviços de acessibilidade como cadeiras de rodas, percurso adaptado, WC adaptado e conteúdos em Língua Gestual Portuguesa.
Antiga Central Tejo, central termoelétrica construída no início do século XX. Integra a exposição permanente A Fábrica da Eletricidade, a Coleção do Património Energético Fundação EDP, exposições temporárias e programas públicos.
Edifício projetado pelo estúdio AL_A, da arquiteta Amanda Levete, aberto ao público em 2016. Tem cerca de 3.000 m² de espaços interiores e galerias com funções reconfiguráveis, incluindo a Galeria Oval.
Jardim ribeirinho de livre acesso que liga a MAAT Central e a MAAT Gallery numa faixa com cerca de 225 metros, com projeto paisagístico de Vladimir Djurovic e presença de esculturas exteriores.
Espaço central da MAAT Gallery, descrito pelo museu como o espaço de maior dimensão e impacto visual; ocupa cerca de 1.000 m². Para eventos, a capacidade é indicada como sob consulta e há limitações por se tratar de espaço expositivo.
Sala na MAAT Central com vista sobre o Tejo, estrutura de ferro revestida a tijolo e equipamento audiovisual. A página de eventos corporativos indica 270 m² e capacidade máxima de 160 pessoas sentadas ou 250 em opção volante.
Praça aberta ao rio com espaço central para vários formatos de eventos, palcos e cenários. A página de eventos corporativos indica capacidade máxima de 450 pessoas em opção volante.
Sala com luz natural no piso térreo da Central Tejo, frequentemente usada como complemento da Sala dos Geradores. A página de eventos corporativos indica capacidade máxima de 80 pessoas sentadas ou 150 em opção volante.
Sala na MAAT Central com pé-direito de 16 m e área útil de 350 m², indicada para cocktails. A página de eventos corporativos assinala capacidade máxima de 100 pessoas em opção volante e disponibilidade apenas após o encerramento ao público, às 19:00, e às terças-feiras.
Cobertura da MAAT Gallery concebida como prolongamento do espaço público, com acesso à cidade por ponte pedonal sobre a linha ferroviária e vista para Lisboa e o Tejo. Para eventos corporativos, o museu indica capacidade máxima de 500 pessoas em opção volante.
Área associada à principal entrada e fachada frontal da MAAT Gallery para o rio Tejo, descrita pelo museu como espaço para fins publicitários, promocionais ou de serviço/produto.
Loja do museu com produtos de design português; a informação de visita indica lojas disponíveis no MAAT Gallery e no MAAT Central.
Serviço de café e restaurante no edifício MAAT Gallery.
Apoios, acessos e condições para uma visita mais autónoma.
Confirma antecipadamente com o local as condições específicas de que precisas.



O conjunto do MAAT inclui uma central termoelétrica construída em 1908, hoje designada MAAT Central.
Segundo o MAAT, a Central Tejo operou ininterruptamente de 1909 a 1954 e manteve funcionamento limitado até à década de 1970.
A Central Tejo foi classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 1/86, publicado no Diário da República, I Série, n.º 2, de 3 de janeiro de 1986.
A Central Tejo abriu ao público pela primeira vez em 1990 como Museu da Eletricidade.
Depois de um período de restauro, a Central Tejo reabriu em 2006.
O MAAT foi inaugurado em outubro de 2016 no contexto da política de mecenato cultural da Fundação EDP.
A ficha de património imóvel regista a inauguração do novo edifício a nascente da Central Tejo, denominado Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em 5 de outubro de 2016.