Exposições permanentes
Áreas dedicadas às colecções permanentes do Museu do Oriente, incluindo Presença Portuguesa na Ásia e Kwok On. A fonte de acessibilidade situa as áreas expositivas nos pisos 0, 1 e 2.

Museu multicultural em Alcântara dedicado às relações históricas e culturais entre Portugal e a Ásia, instalado no antigo Edifício Pedro Álvares Cabral junto ao Tejo.
em destaque · 28/07/2026EXPOSIÇÕES | EXHIBITIONS 2026O Museu do Oriente, tutelado pela Fundação Oriente, ocupa o Edifício Pedro Álvares Cabral, antigo armazém frigorífico portuário na frente ribeirinha de Alcântara. A sua programação combina exposições, serviço educativo, cursos, conferências, espectáculos e centro de documentação, tendo como eixo as relações culturais entre o Ocidente e a Ásia. O acervo das exposições permanentes organiza-se em torno de duas colecções principais: Presença Portuguesa na Ásia e Kwok On, esta última centrada nas artes performativas e práticas rituais asiáticas. O edifício está classificado como Monumento de Interesse Público.
Áreas dedicadas às colecções permanentes do Museu do Oriente, incluindo Presença Portuguesa na Ásia e Kwok On. A fonte de acessibilidade situa as áreas expositivas nos pisos 0, 1 e 2.
Galeria identificada na informação de acessibilidade do museu como acessível e sem desníveis.
Galeria indicada na informação de acessibilidade; o acesso inclui degraus, com alternativa por rampa localizada à direita da entrada.
Espaço referido na informação de acessibilidade como acessível pela rampa poente.
Auditório localizado no piso 5. A página de acessibilidades indica lotação de 356 pessoas, incluindo 4 lugares para espectadores em cadeira de rodas; o Centro de Reuniões apresenta o auditório como parte da oferta para encontros, congressos, seminários, reuniões e eventos.
Foyer associado ao auditório e ao Centro de Reuniões; a informação de acessibilidade refere uma cafetaria no foyer, no piso 5, com percurso livre de obstáculos entre foyer e auditório.
Espaço do Centro de Reuniões situado no piso 5. O relatório de actividades de 2019 descreve o Salão Macau como tendo vista panorâmica e terraço e uso polivalente.
Sala de reuniões/formação do Centro de Reuniões situada no piso 4.
Sala de reuniões/formação do Centro de Reuniões situada no piso 4.
Sala de reuniões/formação do Centro de Reuniões situada no piso 4.
Sala de reuniões/formação do Centro de Reuniões situada no piso 4.
Sala de reuniões/formação do Centro de Reuniões situada no piso 4; distinta do Salão Macau do piso 5.
Sala de reuniões/formação do Centro de Reuniões situada no piso 4.
Restaurante localizado no piso 5, identificado pelo museu nas páginas de acessibilidades e Centro de Reuniões.
Loja localizada no piso 0, à direita do átrio central, segundo a informação de acessibilidade.
Centro de documentação no piso -1, dedicado à investigação, conhecimento e divulgação das relações históricas e culturais entre Portugal e os países asiáticos.
Apoios, acessos e condições para uma visita mais autónoma.
Confirma antecipadamente com o local as condições específicas de que precisas.
Horários, bilhetes, transportes e regras úteis num só lugar.



A ficha de património imóvel refere que o antigo edifício dos Armazéns Frigoríficos e da Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau do Porto de Lisboa foi desenhado pelo arquitecto João Simões a partir de 1939.
O edifício foi construído para armazenar e conservar bacalhau seco e frutas frescas, com estrutura em betão armado, câmaras frigoríficas e zonas de tratamento de alimentos.
A ficha patrimonial indica que o edifício funcionou como armazém de bacalhau até 1992, ano em que foi encerrado.
A Fundação Oriente descreve o Museu do Oriente como inaugurado em 2008; a informação municipal consultada refere a inauguração em Maio de 2008.
O Edifício Pedro Álvares Cabral, antigos Armazéns Frigoríficos do Bacalhau, actual Museu do Oriente, foi classificado como Monumento de Interesse Público pela Portaria n.º 401/2010, publicada em Diário da República em 15 de Junho de 2010.