Loja
Edifício A, construção reabilitada com área total indicada de 428,00 m². A descrição oficial enumera loja no piso 0 com 144,45 m² de área útil, núcleo museológico no piso 1 com 304,80 m² e escritório em mezanino com 9,60 m².

Public contemporary art centre in Ribeira Grande, dedicated to exhibitions, residencies, performing arts, mediation, a library and audiovisual production.
Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas operates in Ribeira Grande, on São Miguel, in a refurbished complex linked to the former alcohol and tobacco factory. Its programme brings together visual arts, performing arts, cinema, multimedia, music, architecture, design, literature and other contemporary practices. The venue includes exhibition areas, a library and documentation centre, a mediation service, a shop, artist residencies, storage areas and a modular Black Box for performative and multidisciplinary projects. Its published mission presents the centre as a space for creation, production, dissemination, audience development and artistic circulation from an island context in dialogue with national and international networks.
Edifício A, construção reabilitada com área total indicada de 428,00 m². A descrição oficial enumera loja no piso 0 com 144,45 m² de área útil, núcleo museológico no piso 1 com 304,80 m² e escritório em mezanino com 9,60 m².
Edifício B, construção nova com área indicada de 844,96 m². A descrição oficial apresenta reservas no piso 0 com 292,00 m² e espaço exterior no piso 1 com 88,00 m² de área útil. O centro descreve as reservas como espaços flexíveis para diferentes escalas e materiais do acervo.
Edifício C, área oficial indicada de 1.100,98 m², com espaços de residência no piso 0. A página técnica das residências especifica dois espaços de criação, C.0.03 com 178,46 m² e C.0.02 com 152,52 m², totalizando 330,98 m²; as medidas publicadas são 19,28 m x 9,37 m e 12,19 m x 10,44 m, com pé-direito de 6,74 m até à trave horizontal e 9,51 m até ao ponto mais alto da cobertura inclinada.
Edifício D, construção reabilitada com área indicada de 5.300,91 m². O centro descreve-o como o edifício que articula receção, espaços expositivos no piso térreo e cave, biblioteca e serviço educativo no piso 1, e serviços administrativos e bar no piso 2.
A receção situa-se no corpo central do edifício preexistente e é descrita pelo centro como rótula de percursos e funções. A área útil publicada para a receção no piso 0 do Edifício D é 75,35 m².
No piso 0 do Edifício D, a área expositiva tem 1.284,52 m² de área útil. A descrição oficial lista Sala expositiva 1 com 245,35 m², Sala expositiva 2 com 183,90 m² e Sala expositiva 3 com 121,81 m², além de circulação, oficina de montagem/manutenção e células artísticas.
O piso -1 do Edifício D é descrito como cave com 1.062,97 m² de área útil, distribuída por ala nascente, circulação, ala poente e ala sul.
Conjunto de 24 células artísticas no piso 0 do Edifício D, com área útil total indicada de 259,90 m²; as áreas individuais publicadas variam entre 9,16 m² e 13,25 m².
Localizada no piso 1 do Edifício D, com 232,05 m² de área útil segundo a página de espaços. A página da biblioteca descreve um acervo bibliográfico centrado na época contemporânea e serviços como livre acesso ao acervo, Wi-Fi gratuito, computadores, catálogo online, apoio à pesquisa, formação de utilizadores e reserva de documentos.
Localizado no piso 1 do Edifício D, com 239,24 m² de área útil segundo a página de espaços. O serviço programa conversas, visitas guiadas, oficinas, palestras, seminários e encontros que colocam públicos em contacto com a programação do centro.
No piso 2 do Edifício D, a página de espaços indica Bar/Cafetaria com 98,20 m² e esplanada no terraço com 117,00 m².
Edifício E, construção nova com área total indicada de 3.450,45 m², integrando sala multiusos, centro de produção audiovisual e multimédia, camarins e áreas técnicas. A página técnica descreve a Black Box como sala de 263 m², 18,32 m x 13,98 m, com palco não pré-definido e disposição de público flexível.
No piso 0 do Edifício E, a página de espaços identifica um foyer de 42,00 m² associado à sala multiusos e área técnica da Black Box.
Integrado no Edifício E. A página de espaços identifica gabinetes do Centro de Audiovisual e Multimédia no piso 1 com 182,90 m² e no piso 2 com 125,35 m².
A página de espaços lista camarins no Edifício E: 50,50 m² no piso 1, com terraço de 23,30 m², e 50,50 m² no piso 2. A página técnica das residências refere dois camarins coletivos com capacidade para 8 artistas cada.
Edifício F, construção nova, com área indicada de 379,27 m².
Edifício H, chaminé reabilitada, com área indicada de 22,11 m².
O texto histórico publicado pelo centro refere que o jornal A Persuasão de 8 de fevereiro de 1893 anunciou o projeto de construção de três fábricas de álcool em São Miguel, incluindo uma na Ribeira Grande.
Segundo o texto histórico do centro, a Câmara Municipal da Ribeira Grande deliberou formalmente em 29 de março de 1893 sobre o uso de água da Ribeira Teixeira pela fábrica, com condições para os meses de rega.
O centro indica que a construção da fábrica começou em abril de 1894, depois de reorganização societária e de nova licença para uso de água.
O texto histórico do centro assinala 2 de novembro de 1895 como a data anunciada para a primeira campanha da fábrica.
A história publicada pelo centro refere notícia da primeira exportação de álcool produzido na fábrica da Ribeira Grande em 29 de janeiro de 1896.
O centro afirma que o encerramento da fábrica ocorreu depois da criação da União das Fábricas Açorianas de Álcool, em 15 de dezembro de 1902; a data exata do encerramento não é determinada nessa fonte.
O texto histórico do centro indica que a Destilação Ribeira-Grandense SARL vendeu em 7 de fevereiro de 1930 o terreno e edifício à Sociedade Ribeira-Grandense.
Segundo o centro, a Sociedade Ribeira-Grandense vendeu o edifício à Fábrica de Tabaco Micaelense em 20 de outubro de 1969; a memória local citada pela fonte associa o complexo à secagem e armazenamento de tabaco.
O centro refere a venda do edifício pela Fábrica de Tabaco Micaelense à empresa Evaristo Lima & C.ª Lda. em 11 de fevereiro de 1999.
O texto histórico do centro indica que a Evaristo Lima & C.ª Lda. vendeu o edifício à Região Autónoma dos Açores em 29 de novembro de 2006.
O projeto de requalificação e refuncionalização é publicado pelo centro como coautoria de Francisco Vieira de Campos, Cristina Guedes e João Mendes Ribeiro, no período 2007–2014.
O centro e a página municipal referem que o edifício integrou a lista de 40 nomeados para o Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia Mies van der Rohe 2015.
A página de programação do centro identifica 'Pontos Colaterais – Coleção arte contemporânea Arquipélago, uma seleção' como primeira exposição do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, de 22 de maio a 28 de agosto de 2015.
Support, access and conditions for a more independent visit.
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O Serviço de Mediação declara considerar a diversidade de públicos, incluindo faixas etárias e necessidades específicas, nas atividades desenvolvidas.
Não foi encontrada, nesta pesquisa, uma declaração oficial específica sobre acessos sem degraus, elevadores, lugares para cadeiras de rodas, instalações sanitárias acessíveis, audiodescrição, língua gestual portuguesa ou estacionamento acessível.
Opening hours, tickets, transport and useful rules in one place.